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Cicero Geronimo

R7 - Futebol

  1. Sem Lucas Lima e Bruno Henrique, Santos aposta em colombianos para garantir 1º lugar do grupo na Libertadores
    Vladimir Hernández será titular na vaga de Lucas Lima Guilherme Dionízio/Estadão Conteúdo

    O Santos está pronto para decidir a sua vida na Copa Libertadores. Já classificado, o time quer garantir o primeiro lugar do Grupo 2 e para isso precisa apenas de uma vitória simples contra o Sporting Cristal-PER nesta terça-feira (23), em jogo que será disputado na Vila Belmiro, às 21h45 (horário de Brasília).

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    Para esta partida, o técnico Dorival Junior não poderá contar com dois de seus principais atletas. Lucas Lima, que se lesionou contra o Coritiba no último sábado, e Bruno Henrique, suspenso pelo cartão vermelho recebido diante do The Strongest. Dessa forma, ele apostará nos colombianos Vladimir Hernández e Jonathan Copete para compor o time titular.

    Além deles, Victor Ferraz também está garantido entre os titulares. O jogador foi poupado no fim de semana, mas está de volta para ocupar a lateral direita do Peixe.

    O provável Santos tem: Vanderlei; Victor Ferraz; Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia e Vladimir Hernández; Vitor Bueno, Copete e Ricardo Oliveira.

    Com apenas dois pontos, o Sporting Cristal já está eliminado e agora só cumpre tabela na Copa Libertadores. No outro jogo do grupo, o Santa Fe decidirá com o The Strongest quem ficará com a outra vaga nas oitavas de final. A partida será disputada no El Campím, em Bogotá. Os bolivianos têm a vantagem do empate.

  2. “Vamos tentar na alma e no coração”, prevê Ceni sobre clássico com Palmeiras
    Ceni mexeu no time e gesticulou muito para voltar a vencer Estadão Conteúdo

    Confiança. Esta foi a palavra de ordem nos vestiários do São Paulo após a vitória desta segunda-feira, por 2 a 0, sobre o Avaí. Para o técnico Rogério Ceni, o triunfo serviu para recolocar a equipe nos eixos e dar novo ânimo antes do clássico com o Palmeiras.

    “Confiança é sempre importante. Talvez poderíamos estar com pontuação melhor, se tivéssemos um ponto contra o Cruzeiro. Mas sempre peço que joguem soltos, tranquilos, sempre prefiro que venha na minha conta. Mas, se dedicaram muito. Eles tiveram posse de bola, cruzamentos, e o Renan não fez grandes defesas. Não conseguimos jogar como antes, mas em contrapartida não sofremos gols, fomos melhor defensivamente”, comemorou o treinador durante entrevista coletiva.

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    Para voltar a vencer depois de um mês, Rogério Ceni mexeu na equipe titular. Além da volta de Buffarini na lateral direita, o que levou Thiago Mendes para o meio, o técnico barrou Maicon na zaga e deu lugar ao experiente Lugano, ídolo da torcida.

    "Foi uma opção minha. Coloquei o Lugano na sobra, onde ele já jogou e também pela sua liderança. Sua figura dentro de campo. Falei que eu não poderia colocar ele sempre, mas sempre que eu colocasse, eu respeitaria sua história, e ele seria capitão do meu time. Respeito muito aqueles que construíram essa história. Por isso o coloquei, para passar para os mais jovens. Quem saiba o Maicon já possa voltar no próximo jogo, se recuperando”, resumiu.

    O próximo jogo ao qual Ceni se refere é o clássico contra o Palmeiras, no próximo sábado, no Morumbi. O próprio treinador sabe a pedreira que o espera e mandou um recado ao torcedor. “Espero que a torcida entenda a diferença entre os clubes, a diferença financeira, poder aquisitivo. Mas vamos tentar na alma, no coração, equiparar essa diferença”, garantiu o treinador.

    Lugano comemora fim de jejum e parceria com Ceni: “Juntos no mesmo barco”

  3. Titular e capitão, Lugano comemora fim de jejum e parceria com Ceni: “Juntos no mesmo barco”
    Lugano barrou Maicon e foi titular da zaga tricolor AE

    A vitória do São Paulo por 2 a 0 sobre o Avaí, nesta segunda-feira no Morumbi, diminuiu, em partes, a pressão sobre a equipe tricolor. O time entrou em campo cobrado pela torcida após três eliminações no ano e ainda com uma derrota na estreia do Brasileirão. Por isso, o triunfo foi muito comemorado pelo capitão Lugano, escalado entre os titulares pelo técnico Rogério Ceni. 

    “Essa pressão a gente sente, então o time jogou muito sério, sem dar mole, pois é o momento de ser pragmático. Claro que temos jogadores de qualidade na frente para fazer os gols, mas o importante foi a vitória. Agora vamos ter um pouco mais de tranquilidade para trabalhar durante a semana”, afirmou o zagueiro.

    Para Lugano, o resultado ajuda na sequência do trabalho. Após o apito final, ele deu um forte abraço em Rogério Ceni. “Estamos juntos no mesmo barco. Os resultados no último mês ficaram longe do que gostaríamos, a gente sente pressão, mas precisamos conseguir uma sequência de vitórias para mudar isso”, comentou.

    “Vamos tentar na alma e no coração”, prevê Ceni sobre clássico com Palmeiras

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  4. São Paulo joga para o gasto, vence Avaí e alivia pressão sobre Ceni
    Pratto marcou seu oitavo gol pelo Tricolor e 'bailou' Estadão Conteúdo

    Não foi uma vitória para lavar a alma, mas o suficiente para diminuir a pressão sobre o técnico Rogério Ceni. O São Paulo derrotou nesta segunda-feira (22) o Avaí, por 2 a 0, em um jogo de dois tempos distintos no Morumbi no que diz respeito ao desempenho do time. No primeiro, um esquadrão rápido, criativo e marcando forte a saída de bola do adversário. No outro, uma equipe sonolenta, acomodada e com muitos erros de passe.

    Para voltar a vencer Ceni mexeu no time titular. Sacou o zagueiro Maicon após falha bisonha na estreia contra o Cruzeiro e apostou na experiência de Lugano. Na lateral, Buffarini voltou a assumir direita e com isso Thiago Mendes foi deslocado para o meio de campo – onde, incontestavelmente, rende mais.

    Assim o Tricolor começou pressionando o adversário e trabalhando a bola no campo de ataque. Buffarini, Thiago Mendes e o estreante Marcinho buscavam triangulações na direita, enquanto Júnior Tavares, Cícero e Cueva faziam o mesmo na esquerda. Pratto, como pivô, cuidava de puxar a marcação da defesa catarinense.

    Ainda que o São Paulo tivesse o controle do jogo, foi do Avaí a primeira boa oportunidade. Rodrigo Caio furou a bola na área e Renan Ribeiro precisou dividir com o atacante para tentar afastar o perigo. Na sobra, Marquinhos, livre de marcação e de frente para o gol, chutou para fora. Por alguns centímetros a “lei do ex” não imperou no Morumbi.

    Mas, a resposta do Tricolor veio rápida. Da intermediária, Cícero levantou para o meio da área, Marcinho ajeitou de cabeça e Pratto, letal e tranquilo como poucos, bateu com estilo para abrir o placar. Foi o oitavo gol do centroavante argentino com a camisa do São Paulo; o sexto dele no Morumbi.

    Depois do gol a etapa seguiu com os donos da casa no controle da posse de bola, marcando firme e encurralando o Avaí, que a esta altura apresentava enorme dificuldade para se manter no campo de ataque – o que mudaria no segundo tempo. Desta forma o Tricolor foi criando seguidas chances de ampliar o marcador. Em uma delas, Cueva aproveitou rebote da defesa avaiana, dominou e sem deixar cair mandou um balaço de fora da área. A bola passou tirando tinta da trave. Na sequência foi a vez de Pratto repetir a dose e lavar novamente perigo ao gol de Kozlinski.

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    Na segunda etapa o jogo mudou completamente e o São Paulo voltou sonolento. Para piorar as coisas pelo lado tricolor, o técnico Rogério Ceni perdeu um dos seus melhores jogadores em campo: Thiago Mendes sentiu uma torção no joelho e precisou ser substituído por Thomaz. Com isso o time ficou mais técnico. Porém, só no papel. Na prática era o Avaí que levava perigo. Pelo menos em quatro ocasiões o time catarinense rondou o gol de Renan Ribeiro. Duas delas com Lourenço.

    Vendo sua equipe dominada, Rogério Ceni resolveu mudar outra vez: Luiz Araújo entrou no lugar de Marcinho e João Schmidt substituiu Cueva. O peruano reclamou ao sair, mas as alterações deram resultado. O time acordou e Pratto, sempre ele, tratou de acordar também a torcida. O “Urso” fez boa jogada pela esquerda, invadiu a área e chutou forte obrigando o goleirão do Avaí a fazer boa defesa. Mauricio Kozlinski só não conseguiu impedir a rede de balançar quando Luiz Araújo, aos 45 minutos, deixou quatro marcadores para trás e chutou no canto esquerdo para marcar o segundo do São Paulo e dar números finais ao placar. Na comemoração o garoto, hoje reserva, fez o famoso gesto "sai zica" dos boleiros. Provavelmente na expectativa de que tenha servido também para espantar a má fase de todo o time.

    Na próxima rodada o técnico Rogério Ceni terá mais pressão pela frente quando o São Paulo receberá o Palmeiras no clássico no Morumbi. Já o Avaí, que ainda não venceu no Campeonato Brasileiro, faz o dérbi catarinense contra a Chapecoense.

    “Vamos tentar na alma e no coração”, prevê Ceni sobre clássico

    Titular e capitão, Lugano comemora fim de jejum e parceria com Ceni: “Juntos no mesmo barco”

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  5. Diego volta a trabalhar no campo e Conca é liberado para estrear no Flamengo
    Diego voltou a trabalhar com bola nesta segunda-feira, mas ainda separado do grupo Reprodução/Twitter

    Depois da traumática eliminação na primeira fase da Libertadores, na semana passada, o Flamengo vai se reerguendo. E após a boa vitória por 3 a 0 sobre o Atlético-GO, no sábado, o time teve dois grandes motivos para comemorar nesta segunda-feira. O primeiro foi a volta de Diego aos treinos no campo. Já o segundo, a liberação do meia Dario Conca para finalmente estrear com a camisa rubro-negra.

    A segunda notícia já era esperada desde o início do ano. Contratado junto ao Shanghai SIPG com uma grave lesão no joelho, o argentino chegou ao clube carioca para finalizar o longo tratamento após ser submetido a uma cirurgia. E depois de nove meses afastado do gramado, o meia finalmente foi liberado pelo departamento médico.

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    "Como vocês já devem ter visto há algum tempo, o Conca não está mais no departamento médico. Ele já treina normalmente com o grupo e está liberado (para atuar) assim que a comissão técnica achar que for necessário", declarou o médico do clube, Márcio Tannure, nesta segunda.

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    Por conta do longo período afastado, Zé Ricardo pode ainda esperar um pouco para lançar o argentino a campo. O Flamengo vem tendo bastante cuidado para não queimar etapas e, por isso, a data para o retorno do meia deve ser escolhida com cautela.

    Já Diego está fora de ação há quase seis semanas. Ele sofreu uma importante lesão no joelho na partida diante do Atlético-PR, pela Libertadores. De lá para cá, passou por cirurgia, foi submetido a um intenso processo de fisioterapia até, finalmente, ser liberado para treinar no gramado nesta segunda.

    "O Diego, conforme previsto por nós, começa hoje o trabalho de transição no campo. Ele se encontra sem dor, sem sintomas e vai iniciar essa fase para que ele possa estar o mais breve possível treinando com o grupo normalmente e estar à disposição do treinador", comentou Tannure, sem projetar a data da volta do meia ao time.

    Outro que desfalca o Flamengo já há algumas semanas é o zagueiro Donatti, mas este ainda inspira cuidados do departamento médico. O jogador, que havia acabado de assumir a titularidade quando se machucou, segue se recuperando de problema na panturrilha e também não tem data definida para voltar a jogar.

    "O Donatti sofreu uma lesão na panturrilha e, por isso, ainda está na fase de recuperação, na fisioterapia. A gente espera que esteja o mais breve possível com o grupo", disse Tannure.