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Cicero Geronimo

R7 - Futebol

  1. Cinquenta torcedores de Sport e Palmeiras são detidos após confusão
    Torcidas protagonizaram cenas lamentáveis após o jogo
    Torcidas protagonizaram cenas lamentáveis após o jogo Buda Mendes/Getty Images

    Cerca de 50 torcedores de Sport e Palmeiras foram detidos neste domingo, após partida entre as equipes na Arena Pernambuco, válida pelo Campeonato Brasileiro. O jogo, que acabou com vitória do time paulista pelo placar de 2 a 0, teve diversos episódios de violência entre as torcidas antes e depois do jogo.

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    Antes de a bola rolar, membros das torcidas dos dois times já protagonizavam cenas de violência fora da arena, que fica na região metropolitana do Recife, com palmeirenses tentando agredir torcedores do Sport com as grades de metal que separavam os grupos. Chamada para intervir, a polícia militar acabou com o confronto e prendeu um palmeirense, morador de Pernambuco, acusado de jogar pedras contra a torcida do Sport. Como não houve testemunhas, o torcedor foi liberado.

    Segundo nota, a Arena Pernambuco afirmou que no episódio de violência posterior ao jogo, outras 50 pessoas foram presas, entre elas membros da Torcida Jovem do Sport e da Mancha Alviverde, organizada do Palmeiras.

    Os torcedores foram detidos pelo Batalhão de Choque da PM pernambucana e, mesmo com a existência da delegacia do torcedor no estádio, foram levados diretamente para a delegacia de Camaragibe.

     

     

  2. São Paulo pega Grêmio para sair da zona de rebaixamento
    Marcinho é favorito para vaga do lesionado Wellington Nem
    Marcinho é favorito para vaga do lesionado Wellington Nem Marcos Bezerra/Estadão Conteúdo

    Depois de encerrar uma série de nove jogos sem vitória, o São Paulo ensaia o próximo passo da reação nesta segunda-feira (24), às 20 horas, diante do Grêmio, novamente no Morumbi. A equipe busca a segunda vitória seguida, sequência que só foi conquistada dois meses atrás, quando superou Avaí e Palmeiras. Se vencer, a equipe sai da zona de rebaixamento na 16.ª rodada do Campeonato Brasileiro.

    Classificação e jogos

    Para o técnico Dorival Junior, virar o primeiro turno fora da zona da degola é importante do ponto de vista emocional. Um dos problemas que o treinador identificou em seus primeiros jogos como substituto de Rogério Ceni foi o peso psicológico das últimas posições.

    A única dúvida na escalação é a escolha do substituto de Wellington Nem, fora por causa de dores no ombro direito. Dorival Junior testou Marcinho e Lucas Fernandes. O primeiro tem mais chances.

    Na lista de relacionados, o lateral-direito argentino Buffarini é a única novidade na listagem elaborada pelo técnico. O zagueiro uruguaio Diego Lugano, suspenso por ter recebido três cartões amarelos, está fora do confronto diante do time tricolor gaúcho.

    Outros jogadores do elenco também seguem sem condições de jogo. São eles o goleiro Denis (com uma tendinite no ombro esquerdo), o zagueiro Aderllan, o meia Maicosuel (ambos ainda aprimorando a forma física) e o atacante Morato (que passou por cirurgia no joelho direito).

    Os recém-contratados Hernanes e Marcos Guilherme ainda passarão por exames médicos no início da próxima semana. Ambos ainda não têm data para estrear pela equipe são-paulina, mas devem estar à disposição da comissão técnica em breve.

  3. Jovens realizam sonho de jogar nos EUA e criticam sexismo no esporte: "Brasil só é país do futebol para homens"
    Ana Paula é apaixonada por futebol desde a infância
    Ana Paula é apaixonada por futebol desde a infância Arquivo pessoal

    Em 2014, a paixão pelo futebol ultrapassou as barreiras da vida de Ana Paula Santos, jovem, moradora da zona leste, apaixonada por futebol e pelos Estados Unidos. Ela teve a oportunidade de jogar com atletas americanos pelo programa Estrelas do Futebol, iniciativa do consulado americano em parceria com o Sesc. Três anos depois, as barreiras deixaram de existir. Ana Paula é a mais nova atleta da universidade do Mississipi, nos Estados Unidos. Ela e a colega Thayla Grigorio, com quem conviveu durante os quatro anos do programa, estão no elenco do time universitário de duas grandes faculdades americanas.

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    Ao conversar com o R7, a jovem de 19 anos não conseguiu conter a emoção: “É um mix de sentimentos: me sinto realizada, feliz, às vezes triste por ter que me separar da minha família. Sinto medo, já que agora estarei sozinha. Mas é meu sonho sendo realizado”.

    Ana Paula e Thayla têm histórias diferentes, que se cruzaram em algum momento da vida: a distância entre os bairros onde vivem, São Mateus e Guaianazes, e o cotidiano dentro de casa não anulavam a sensação de abandono causada pelo machismo em todos os lugares em que tentavam jogar futebol. “No bairro, na escola, na rua... Sempre que eu tentava jogar com os meninos, era ignorada. Quando finalmente consegui um lugar no time, quem estava ao meu redor não se conformava e permanecia me insultando”, contou Ana Paula. “Isso quando não começavam a questionar minha sexualidade”, concluiu.

    Para Thayla, a experiência de ser mulher e jogar futebol durante a infância também foi difícil: “Eu sempre joguei com os meninos na escola. Mas certa vez, teve um campeonato interclasses e meus colegas toparam que eu participasse. Quando saiu a lista do time, meu nome não estava lá. O professor havia tirado, e disse que, como eu era mulher, eu poderia me machucar. Como consolo, ele me colocou como mesária para que eu ficasse feliz”, disse. “E isso é pouco: da arquibancada, a gente sempre tem que ouvir gritos como “E a louça?”, “Lugar de mulher é no fogão”, completou.

    A cultura enraizada do machismo foi um dos motivos que fizeram as jovens escolherem os Estados Unidos como porta de fuga: “Dizem que o Brasil é o país do futebol, mas é o país do futebol só para os homens. Nós, mulheres, não temos o mesmo espaço aqui. E lá é diferente: o time americano tem estrutura, é valorizado. As meninas desde pequenas frequentam escolinha de futebol. Lá, o esporte é para todos”, afirmou Ana Paula.

    Thayla é natural de Guaianazes e sempre jogou futebol
    Thayla é natural de Guaianazes e sempre jogou futebol Arquivo Pessoal

    Projeto e inspirações 

    Durante os dois anos do projeto Estrelas do Futebol, as atletas passam por etapas: além de jogarem futebol, fazem aulas de inglês e de liderança. “Não foi de uma hora para outra que conquistamos isso”, disse Thayla. “Nossas famílias não têm condições financeiras para bancar uma faculdade lá fora, e a gente vai conseguir fazer isso jogando futebol. É um sonho poder conciliar essas duas vidas”.

    Para Ana Paula, a inspiração na seleção americana é a atacante Alex Morgan: "Quando comecei a pesquisar o futebol americano, me apaixonei por ela. É uma atleta maravilhosa e uma pessoa incrível, que ajuda o próximo. Ela faz o que eu quero fazer um dia: não ser apenas atleta, mas ajudar meninas com sonhos em relação ao futebol".

    Ana Paula embarca para os Estados Unidos no próximo dia 1º. Thayla viaja no dia 7 de agosto.

     

     

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  4. Federação de Djibouti acaba com seleção do país após péssimos resultados
    O presidente da Fifa Gianni Infantino, em visita ao Djibouti, em março de 2016
    O presidente da Fifa Gianni Infantino, em visita ao Djibouti, em março de 2016 Divulgação/Fifa

    A Federação de Futebol do Djibouti (FDF) anunciou o fim da seleção do país. O motivo são os maus resultados do time nacional, atual 185º colocado do ranking da Fifa. A gota d'água foi a goelada para a Etiópia, por 5 a 1, no sábado (15).

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    Entre os vexames estão placares elásticos como um 8 a 1 diante da Tunísia e um 6 a 0 para a Suazilândia, em 2015, e duas derrotas por 5 a 0 em 2016, para Libéria e Togo. Após mais um revés, a federação decidiu dissolver a equipe profissional.

    O foco agora será as seleções de base. De acordo com um comunicado divulgado pela FDF, "o time principal não obtém resultados, vamos focar nas categorias jovens". O que a federeção diz é que o encerramento das atividades da seleção é uma forma de acabar com a "interminável série de maus resultados".

    Desde 2008, o Djibouti conseguiu apenas uma vitória. Em março deste ano, a equipe bateu o Sudão do Sul por 2 a 0. Na volta, porém, o adversário reverteu o placar, aplicando um impiedoso 6 a 0 e se classificando nas eliminatórias para a Copa Africana de Nações de 2019. Em junho de 2015, houve também um empate com Burundi - 1 a 1. Fora isso, Djibouti vive apenas de derrotas há 10 anos e agora vê sua federação acabar com o futebol profissional do país.

    O Djibouti está localizado na África, na região do Canal de Suez, que, por sua vez, é a principal fonte de movimentação econômica do país. Além disso, é lá que se encontra a maior base militar dos Estados Unidos na África.

     

     

  5. Em amistoso nos Estados Unidos, Manchester United vence Real Madrid nos pênaltis 
    Manchester United vence Real Madrid por 2 a 1
    Manchester United vence Real Madrid por 2 a 1 REUTERS/Alan Greth

    Em um amistoso que daqui 15 dias valerá o título da Supercopa da Europa — no dia 8 de agosto, na Macedônia —, Real Madrid e Manchester United empataram por 1 a 1, neste domingo (23), em Los Angeles, em jogo válido pela International Champions Club, torneio de pré-temporada de vários clubes da Europa pelos Estados Unidos, China e Austrália.

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    O volante brasileiro Casemiro foi o nome do jogo. Começou a partida no banco de reservas, entrou no segundo tempo, quando o Manchester United já vencia por 1 a 0 — gol de Lingard, aos 45 minutos da primeira etapa —, e marcou o gol de empate em uma cobrança de pênalti. Com o empate, o duelo teve uma decisão por pênaltis, de acordo com o regulamento da competição, e nela Casemiro errou a sua batida, chutando no travessão, ajudando os ingleses a vencer por 2 a 1.

    O curioso nesta disputa por pênaltis é que sete das 10 cobranças foram desperdiçadas. Pelo Manchester United, os únicos que acertaram foram o meia armênio Mkhitaryan e o ala esquerdo holandês Blind. No lado do Real Madrid, apenas o reserva Quezada converteu.

    O Real Madrid foi a campo com força quase máxima: Keylor Navas; Carvajal, Varane, Nacho e Marcelo; Kroos, Modric e Isco; Lucas Vazquez, Benzema e Bale. Na volta do intervalo, o técnico francês Zinedine Zidane mudou o time todo e apenas Casemiro, dos considerados titulares, esteve na segunda etapa. O atacante português Cristiano Ronaldo, de férias, ainda não se reapresentou ao grupo nos Estados Unidos.

    Já o Manchester United entrou com um time misto: Romero; Fosu-Mensah, Bailly, Jones e Darmian; Carrick, Fellaini, Andreas Pereira e Martial; Ligard e Rashford. Só que o técnico português José Mourinho, a exemplo de Zidane, mudou o time quase todo no segundo tempo ao colocar suas principais forças, entre elas David de Gea, Lindelöf, Pogba, Lukaku, Blind, Ander Herrera e Mkhitaryan. Apenas Fellaini e Martial jogaram os 90 minutos.