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Cicero Geronimo

R7 - Receitas

  1. Para comer sem culpa: 5 receitinhas leves para sua festinha junina

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    E este friozinho que bate em nossa porta nos deixando com mais vontade de comer coisinhas deliciosas? Para completar, bem em junho, o mês das festas juninas! E gostosuras é o que não faltam nas comemorações. Unindo o prazer em comer com as festas juninas, Daísa Pinhal, nutricionista do Obá Hortifruti, compartilha dicas de versões clássicas e light de receitas típicas da época. Tome nota e prepare uma festinha cheia de sabor e mais leve:  

    || Bolo de Abóbora sem glúten e açúcar ||

    Festinha junina também é gostosa com receitas mais leves. No post, você confere 5 comidas típicas para comer sem culpa! :: Ingredientes para a massa ::
    • 1 xícara de chá de abóbora cozida e amassada
    • 1 vidro de leite de coco light
    • 2 xícaras de chá de farinha de arroz
    • 1/2 xícara de chá de stevia
    • 3 ovos
    • 100 gramas de manteiga sem sal e em temperatura ambiente
    • 1 pitada de noz moscada ralada
    • 1 colher de sopa de fermento em pó
    :: Ingredientes cobertura ::
    • 3 xícaras de chá de abóbora em cubos
    • 4 colheres de sopa de coco seco ralado
    • 1/2 xícara de chá de stevia
    • 1 canela em pau
    • 3 cravos da índa
    :: Como faz a massa ::
    1. Bata a manteiga, as gemas e a stevia;
    2. Junte a abóbora cozida e alterne o leite de coco com farinha;
    3. Acrescente as claras batidas em neve, a noz moscada e o fermento em pó;
    4. Coloque em uma forma redonda untada e polvilhada com farinha de arroz;
    5. Leve ao forno médio e pré-aquecido (180ºC) por cerca de 30 minutos até focar firme e dourado;
    6. Desenforme morno.
    :: Como faz a cobertura ::
    1. Coloque a abóbora, a stevia e as especiarias em uma panela e leve ao fogo, mexendo até que comece a soltar água;
    2. Tampe, abaixe o fogo e deixe cozinhar por cerca de 20 minutos mexendo até começar a desmanchar;
    3. Adicione o coco, deixe mais 5 minutinhos e retire;
    4. Espere amornar, coloque sobre o bolo e sirva.
     

    || Pé de Moleque ||

    Festinha junina também é gostosa com receitas mais leves. No post, você confere 5 comidas típicas para comer sem culpa! :: Ingredientes ::
    • 1 xícara de chá de amendoim
    • 3 xícaras de chá de leite desnatado
    • 1 colher de sopa de manteiga
    • 1 xícara de chá de açúcar mascavo
    • 1 colher de chá de bicarbonato de sódio
    :: Como faz ::
    1. Em uma panela grande, coloque o leite, o açúcar, a manteiga e o bicarbonato de sódio e leve ao fogo baixo deixando ferver por 1 hora e meia, mexendo direto, até formar uma calda grossa;
    2. Nesse meio tempo, coloque o amendoim em uma forma e leve ao forno médio por 30 minutos mexendo sempre, até que a pele saia com facilidade;
    3. Tire a calda grossa de leite do fogo e bata bem;
    4. Quando começar a açucarar, acrescente o amendoim, misture e despeje em um mármore untado;
    5. Corte em pedaços, e antes de separar, deixe esfriar.
     

    || Curau ||

    Festinha junina também é gostosa com receitas mais leves. No post, você confere 5 comidas típicas para comer sem culpa! :: Ingredientes ::
    • 10 espigas médias de milho verde (dê preferência aos orgânicos);
    • 2 litros de leite desnatado;
    • 3 xícaras de chá de açúcar
    • 1 pitada de canela em pó a gosto
    :: Como faz ::
    1. Depois de higienizar as espigas de milho, rale com um ralador médio;
    2. Com a ajuda de uma colher, raspe os sabugos e misture com o milho ralado;
    3. Coloque a massa em uma tigela grande e adicione 1 litro de leite;
    4. Coe a massa em um pano e aperte bem;
    5. Adicione, aos poucos, o restante do leite e vá apertando a massa;
    6. Se o caldo coado ainda não estiver saindo bem amarelo, junte um pouco mais de leite e continue espremendo;
    7. Em uma panela grande, despeje o caldo de milho e acrescente o açúcar e o sal;
    8. Misture bem e cozinhe por 45 minutos, sem parar de mexer, até que o curau esteja cozido ou com o aroma do milho bem forte;
    9. Coloque em tigelinhas, polvilhe com canela e sirva quente.
     

    || Canjica ||

    Festinha junina também é gostosa com receitas mais leves. No post, você confere 5 comidas típicas para comer sem culpa! :: Ingredientes ::
    • 500 gramas de milho para canjica
    • 1 e 1/2 xícara de chá de leite em pó desnatado
    • 1 e 1/2 xícara de chá de água
    • 4 xícaras de chá de leite desnatado
    • 1 xícara de chá de stevia
    • 1 vidro de leite de coco light
    • 2 paus de canela
    • 5 cravos da índia
    • 1 colher de sopa de manteiga sem sal e em temperatura ambiente
    :: Como faz ::
    1. Deixe os grãos de canjica de molho em água de um dia para o outro;
    2. No dia seguinte, cozinhe em água por cerca de 1h30, 2 horas (panela comum), ou de 30 a 45 minutos em panela de pressão com o cravo e a canela;
    3. No liquidificador, bata o leite em pó, a stevia e o leite de coco;
    4. Quando os grãos estiverem macios, junte a mistura de leite e margarina e deixe ferver, mexendo de vez em quando para não grudar no fundo;
    5. Ferva por cerca de 10 minutos e desligue o fogo;
    6. Deixe descansar por uma hora e sirva.
     

    || Bolo de Milho ||

    Festinha junina também é gostosa com receitas mais leves. No post, você confere 5 comidas típicas para comer sem culpa! :: Ingredientes ::
    • 2 espigas de milho verde (dê preferência às orgânicas)
    • 3 ovos
    • 7 colheres de sopa de fubá
    • 1 xícara de chá de leite desnatado
    • 1 xícara de chá de stevia
    • 1/2 xícara de chá de óleo de canola
    • 1 colher de sopa de fermento em pó
    :: Como faz ::
    1. Bata todos os ingredientes no liquidificador;
    2. Despeje a massa em uma forma untada de aproximadamente 18 centímetros de diâmetro
    3. Leve para assar em forno pré-aquecido a 180ºC por aproximadamente 40 minutos;
    4. Desenforme morno e siva.
    Está pronta a sua festinha junina mais leve e com todo o sabor das receitinhas típicas ; ) [Crédito de Imagens: Estadão] | via Estadão
  2. Fotógrafo guarda seu lixo por 4 anos para criar poderosa série fotográfica

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    Em 2011, o fotógrafo Antoine Repessé deixou de jogar fora seu lixo recicláveis para se preparar para uma série um tanto, digamos, assustadora. Intitulada "#365 Unpacked", a série de fotos reúne o montante de lixo reciclável consumido durante 4 anos. Ao todo, Antoine reuniu cerca de 1600 caixinhas de leite, 4800 rolos de papel higiênico, 800 kg de jornais e revistas e mais incontáveis embalagens de papelão e de outros produtos de uso doméstico. O resultado, esteticamente bonito, porém chocante, faz-nos refletir o quanto de lixo somos capazes de produzir durante um ano. Visto que todas as imagens de Antoine Repessé retratam apenas recicláveis, se cada um de nós deixarmos de separar nosso lixo, além de ser ecologicamente desastroso, deixamos de reaproveitar matéria prima útil para um universo de possibilidades. Durante 4 anos, Antoine Repessé guardou todo seu lixo reciclável para criar uma série fotográfica com um único objetivo: conscientizar as pessoas sobre a própria produção de lixo no Planeta Terra.   Durante 4 anos, Antoine Repessé guardou todo seu lixo reciclável para criar uma série fotográfica com um único objetivo: conscientizar as pessoas sobre a própria produção de lixo no Planeta Terra.   Durante 4 anos, Antoine Repessé guardou todo seu lixo reciclável para criar uma série fotográfica com um único objetivo: conscientizar as pessoas sobre a própria produção de lixo no Planeta Terra.   Durante 4 anos, Antoine Repessé guardou todo seu lixo reciclável para criar uma série fotográfica com um único objetivo: conscientizar as pessoas sobre a própria produção de lixo no Planeta Terra.   Durante 4 anos, Antoine Repessé guardou todo seu lixo reciclável para criar uma série fotográfica com um único objetivo: conscientizar as pessoas sobre a própria produção de lixo no Planeta Terra.   Durante 4 anos, Antoine Repessé guardou todo seu lixo reciclável para criar uma série fotográfica com um único objetivo: conscientizar as pessoas sobre a própria produção de lixo no Planeta Terra.   Durante 4 anos, Antoine Repessé guardou todo seu lixo reciclável para criar uma série fotográfica com um único objetivo: conscientizar as pessoas sobre a própria produção de lixo no Planeta Terra.   Durante 4 anos, Antoine Repessé guardou todo seu lixo reciclável para criar uma série fotográfica com um único objetivo: conscientizar as pessoas sobre a própria produção de lixo no Planeta Terra.   Durante 4 anos, Antoine Repessé guardou todo seu lixo reciclável para criar uma série fotográfica com um único objetivo: conscientizar as pessoas sobre a própria produção de lixo no Planeta Terra. Ao falar sobre sua série fotográfica, Antoine Repessé explica: "Muitas vezes falamos (e só falamos) sobre aquecimento global, reciclagem, e a quantidade de lixo que produzimos. Mas acredito que o impacto de uma imagem, é muito mais poderoso do que uma tonelada de palavras. Espero que esse meu projeto tenha o poder de conscientizar as pessoas e inspirar novas mudanças" - e nós também! [Crédito de Images: Antoine Repessé] | via Antoine Repessé  
  3. Como evitar que o alho queime na panela

    alho

    Alho é um plim de sabor para quase todos os pratos salgados da vida! Porém, a grande maioria das pessoas (nós, por exemplo), cometemos um errinho básico que pode fazer toda a diferença quando adicionamos o sabor do alho em nossos pratos. Quem de todos nós, coloca azeite/óleo na panela e já acrescenta o alho para fritar antes de qualquer coisa, levanta a mão o/ [caption id="attachment_22535" align="aligncenter" width="700"]Uma dica simples, fará toda a diferença para que nunca mais você deixe o alho queimar na panela! Imagem: Grandriver[/caption] Pois bem. De acordo com o site Tasting Table, estamos dando sabor à nossa comida de forma errada. Se, por exemplo, vamos preparar legumes, como cenoura, batata, abóbora, e outros com mais tempo de cozimento; ou um frango, uma carne, o ideal, é que a gente coloque o alho depois de alguns minutos que os alimentos estão cozendo. Isso porque, o alho demora mais tempo que alguns alimentos para dourar. Se acrescentamos antes, corremos o risco de queimar o alho e/ou não proporcionar a quantidade de sabor que ele pode oferecer. Outro fator importante, é o nível de calor. Quando optarmos por colocar o alho na panela antes dos alimentos de rápida cocção, ele não deve ser cozido em azeite/óleo em alta temperatura para não correr o risco de queimar ou soltar gosto amargo. Para obter os melhores resultados possíveis, cozinhe o alho em fogo médio a baixo, mantendo-se atento. Uma boa ideia para mesclar sabores, é acrescentar ervas, como o alecrim, para dar um up no refogado, assado ou cozido. Também temos que levar em consideração o tamanho do alho. Quanto menor, mais fácil de queimar. Basta atenção à essas dicas para aproveitarmos melhor o sabor único e maravilhoso que só o alho pode nos oferecer <3 | via Tasting Table
  4. Cientistas descobrem que o sabor da água, é nosso 6º gosto

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    Atualmente, quando se bebe água, é fácil perceber que diferentes marcas, têm sabores distintos. Você já reparou nisso? Recentemente, cientistas vêm estudando nossa capacidade de percepção dos sabores, e constataram que os mamíferos possuem uma 6ª percepção de sabor ligada intimamente à água, porém estimulada por um gosto primário. "A água realmente tem seu próprio gosto e, por isso, deve ser considerada um sabor independente", afirmam cientistas. A língua é capaz de detectar, através do gosto, vários nutrientes-chave, chamados de saborizantes como, o sódio, o açúcar e os aminoácidos. A forma na qual sentimos o sabor da água na boca, é a pauta dessa recente pesquisa publicada no Nature Neuroscience. [caption id="attachment_22531" align="aligncenter" width="700"]Descoberta científica revela que a água, além de poder ser o nosso sexto gosto, é percebida pelo cérebro através de um gosto primário. Imagem: Water Blog[/caption] Dr. Yuki Oka, da Caltech, cientista que liderou a pesquisa, disse: "Muitas espécies de insetos são conhecidas por provarem a água. Então, imaginamos que os mamíferos também podem ter uma maquinaria no sistema de sabor para detecção de água". As células de gosto transmitem informações sobre os ´tastes` para o cérebro através de nervos chamados nervos do gosto. Para a pesquisa, foi feito um estudo para medir as respostas elétricas dos nervos do gosto em camundongos para vários saborizantes, bem como a água. Os nervos foram estimulados por diferentes sabores básicos, e também, pela água pura. "Isso foi incrível porque detectamos que algumas células do gosto são capazes de detectar água", disse o estudante de pós graduação Dhruv Zocchi. Cada sabor básico é mediado por subconjuntos distintos de células de gosto. Para testar quais células de gosto respondem à água, a equipe bloqueou geneticamente a função das populações de células individuais nos camundongos. Quando o sabor salgado foi bloqueado, por exemplo, o sal já não provocou atividade nos nervos do gosto, mas as respostas a outros gostos não foram afetadas. "Para nossa surpresa, quando silenciamos as células do gosto azedo, as respostas da água também foram completamente bloqueadas", contou Dr. Yuki Oka. "Os resultados sugeriram que a água é detectada através de células de gosto azedo". Para provar que as células azedas realmente contribuem para a detecção de água, a equipe usou uma técnica chamada optogenética, que lhes permitiu estimular as células do gosto com uma luz azul, ao invés de água. Os pesquisadores removeram a água da garrafa de água dos animais e fizeram isso para que o bico da garrafa emitisse uma luz azul quando os animais tocassem para beber. Feito isso, descobriram que esta sede genética criada nos camundongos para a pesquisa, fazia com que eles caminhassem até o bico de água, encontrassem a luz e bebessem "água". Para alcançar o objetivo da pesquisa, nesse processo, os camundongos não foram reidratados, e continuaram a lamber a fonte de água porque a luz azul criou uma sugestão sensorial de água. "É importante notar que o estímulo dessas células não alivia a sede", disse Dr. Oka. "Mas essa descoberta nos ajuda a entender como o cérebro interpreta sinais de água em estados normais e em estados sedentos. Em seguida, gostaríamos de abordar os mecanismos pelos quais o valor hedônico (ou agradável) das entradas sensoriais, são reguladas pela atividade cerebral". Em suma, pelo que entendemos, nosso cérebro é capaz de perceber a água como um 6º gosto, mas totalmente dependente de um dos gostos primários: o azedo. Se entendemos que a água tem (ou pelo menos deve ter) um sabor neutro, o azedo é, dos 5 gostos, o qual gera a codificação no nosso cérebro do sabor da água. Mesmo assim, o sabor da água não é azedo, nem doce, nem salgado, nem amargo, e tampouco, umami. Portanto, pode ser classificado como o 6º gosto. Vocês concordam com essa afirmação? | via Nature Neuroscience
  5. FARABBUD (SP)
    A casa foi inaugurada há 15 anos e serve especialidades árabes na região do bairro de Indianópolis. O atendimento é...